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A SOS Brincar nasceu de uma inquietação.

Antes da SOS Brincar existir como marca, eu já estava do outro lado: na prática como Terapeuta Ocupacional infantil.

E foi vivendo a rotina de crianças, famílias e terapeutas que comecei a perceber uma coisa que me incomodava muito: a gente enfrenta desafios enormes da infância, muitas vezes, com ferramentas muito pouco criativas.

Eu via crianças que não estavam engajadas, famílias cansadas de tentar as mesmas estratégias e terapeutas que precisavam de novos caminhos para conduzir situações difíceis.

E, muitas vezes, a resposta parecia ser simplesmente: insistir mais.

Eu nunca acreditei muito nisso. Acredito que, quando algo não está funcionando, talvez a gente não precise insistir mais. Talvez precise pensar diferente.

Foi daí que nasceu a SOS Brincar.


Mas por que SOS?

Porque SOS é exatamente aquilo que acontece em muitos momentos da infância:

“Socorro. O que eu faço agora?”

É o pai que já tentou de tudo.

É a mãe que quer ajudar, mas não sabe mais como.

É o terapeuta que precisa de uma nova estratégia para conseguir avançar.

E foi pensando nesses momentos que comecei a criar recursos que pudessem realmente ajudar.

Não queria simplesmente vender um produto que já existisse no mercado.

Queria olhar para uma dificuldade real e pensar:

“Como eu posso tornar isso mais fácil? Como fazer a criança também participar do processo?"


Porque, para mim, o brincar não é um detalhe.

Brincar é uma das formas mais potentes que a criança tem de se relacionar com o mundo.

É por meio dele que ela experimenta, se envolve, cria vínculo, aprende, testa possibilidades e conquista novas habilidades.

Por isso, acredito que o brincar não deveria desaparecer quando uma criança entra em um processo terapêutico. Pelo contrário.

A criança precisa estar no centro.

Ela precisa participar, se interessar, ser respeitada em seu ritmo e perceber que aquele processo também pode fazer sentido para ela.

É por isso que eu não quero criar soluções que simplesmente façam a criança “cumprir uma tarefa”.

Quero criar ferramentas que ajudem a transformar desafios em possibilidades.


Foi assim que nasceu o nosso primeiro recurso.

O primeiro produto da SOS Brincar nasceu de uma necessidade que eu conhecia muito bem da prática terapêutica: ajudar crianças com dificuldades alimentares a se envolverem mais no processo de experimentar novos alimentos.

O Pratinho não é mais um produto infantil lançado no mercado. Ele é um recurso terapêutico autoral, pensado por quem conhecia aquela dificuldade de dentro da prática.

Esse é, inclusive, um dos grandes diferenciais da SOS Brincar.

Não somos revendedores de brinquedos ou recursos terapêuticos.

Eu crio a partir de problemas que conheço. A partir do que observo. A partir do que funciona. E também do que não funciona.


E a gente não quer parar no produto.

O Pratinho foi o começo.

Mas a SOS Brincar nasceu para ser maior do que um catálogo de recursos.

Quero que a marca possa criar diferentes soluções para diferentes desafios da infância — produtos, ferramentas, conteúdos e, quem sabe, capacitações para famílias, terapeutas e equipes.

Tudo com a mesma lógica:

encontrar soluções criativas para problemas reais.

Porque inovação, para mim, não é criar algo complicado.

É olhar para um problema difícil e encontrar uma solução tão simples que a pessoa pense:

“Como ninguém pensou nisso antes?”

É esse tipo de ideia que eu quero que as pessoas associem à SOS Brincar.


Nossa missão

Facilitar os desafios da infância por meio de soluções criativas que colocam o brincar e a criança no centro.

Criar caminhos que ajudem pais e terapeutas a enfrentarem situações difíceis de uma forma mais leve, prática e possível.


Nossa visão

Ser referência em soluções criativas para desafios da infância.

Quero que, quando alguém estiver diante de uma dificuldade e pensar “SOS, preciso de uma ideia”, a SOS Brincar seja uma das primeiras coisas que venha à cabeça.

Uma marca que as pessoas conhecem, confiam e, principalmente, indicam umas para as outras.


O que não abrimos mão

Criança no centro

A criança não é coadjuvante do próprio desenvolvimento. Respeitamos seu ritmo, sua individualidade e sua participação.

Brincar

Acreditamos no brincar como uma ferramenta potente para criar vínculo, engajar, aprender e enfrentar desafios.

Inovação

Não queremos fazer mais do mesmo. Buscamos ideias novas para problemas reais e soluções que realmente façam sentido.

Qualidade

Uma boa ideia precisa ser bem pensada e bem entregue. Cuidamos dos detalhes porque eles fazem parte da experiência.

Ética

Não queremos transformar a dificuldade de uma família em oportunidade de exploração comercial. Não acreditamos em patologizar a infância para vender e não prometemos aquilo que não podemos entregar.


No fim, é simples.

Eu criei a SOS Brincar porque acredito que a infância já tem desafios suficientes.

A gente não precisa tornar tudo mais difícil. Precisamos encontrar melhores caminhos.

E, muitas vezes, esse caminho começa quando alguém olha para um problema e decide:

“E se a gente tentasse de um jeito diferente?”

É isso que eu quero fazer por aqui.

Criar soluções que facilitem a vida de quem cuida, de quem trabalha com crianças e, principalmente, das próprias crianças.

Porque desafio difícil não precisa ser sinônimo de processo pesado.

Pode ser mais leve. Pode ser criativo. Pode ser brincando.

Essa é a SOS Brincar.